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Governo argentino recorre à OMC contra o Brasil | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A imposição de sobretaxas contra um produto químico exportado pela Argentina levou o governo argentino a recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) contra o Brasil. Os porta-vozes da OMC confirmaram hoje que os argentinos enviaram um comunicado à entidade informando que querem realizar consultas com o Itamaraty sobre o assunto. Se nada for solucionado até o final de janeiro de forma pacífica, a OMC convocaria árbitros para julgar o caso. O argumento dos argentinos é de que o Brasil abriu investigações de dumping contra Buenos Aires de forma irregular e que, portanto, as conclusões do processo são injustas. O Brasil aplicou em 2005 uma sobretaxa de até US$ 641,00 por tonelada da resina importada dos argentinos, o que desagradou a indústria do país vizinho. O produto químico em questão – a resina PET - é usada pela indústria de bebidas e de óleos para engarrafar os líquidos. Se o caso não for solucionado de forma amistosa, a OMC terá de convocar as partes para apresentar seus argumentos perante árbitros internacionais. Caso esses juizes decidam que o Brasil de fato cometeu irregularidades no processo, o Itamaraty será obrigado a retirar a sobretaxa contra o produto argentino. O não-cumprimento da decisão da organização permitiria à Argentina que impusesse sanções ao Brasil | NOTÍCIAS RELACIONADAS Amorim e Schwab discutem caminho para reativar Doha04 janeiro, 2007 | BBC Report Amorim viaja aos EUA para discutir retomada de Doha02 janeiro, 2007 | BBC Report Declaração de Kirchner agrava crise com Uruguai23 novembro, 2006 | BBC Report Bird empresta US$ 520 mi para fábrica polêmica no Uruguai21 de novembro, 2006 | Notícias | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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