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Imigrantes na UE enviaram US$ 11 bi a seus países em 2003 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os imigrantes estrangeiros que vivem em países da União Européia (UE) enviaram US$ 11,3 bilhões (cerca de R$ 24 bilhões) aos seus países de origem em 2003, segundo um relatório divulgado pela Comissão Européia, o órgão executivo da UE. O Marrocos foi o país que recebeu mais dinheiro dos imigrantes, pelo menos US$ 1,52 bilhão (cerca de R$ 3,3 bilhões) naquele ano. Dois países latino-americanos também aparecem no topo da lista: a Colômbia, que recebeu pelo menos US$ 963 milhões (cerca de R$ 2,1 bilhões), e o Equador, para onde foram enviados US$ 840 milhões (cerca de R$ 1,8 bilhão). O Brasil é citado como um dos principais destinos do dinheiro enviado de Portugal. Dos US$ 469,7 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) em remessas de origem portuguesa em 2003, 38% foram para o Brasil. Laços históricos O relatório do Departamento de Assuntos Econômicos e Financeiros da Comissão Européia ressalta que estes dados podem estar subestimados por uma série de fatores, como "o uso de transferências informais, baixa capacidade estatística em alguns países e o limite de disponibilidade de informações confiáveis". O estudo também aponta a ligação entre os laços históricos dos países e o fluxo do dinheiro dos imigrantes. "Não é surpreendente que a maior parte das remessas que saem da Alemanha vão para a Holanda e para a Turquia, enquanto que as de Portugal e da Espanha vão para a América Latina", afirma o relatório. O documento sugere que as remessas estão crescendo de forma sólida e passam a ser uma fonte cada vez mais importante para estabilizar e desenvolver algumas das economias mais pobres do mundo. "A consciência da importância crescente de remessas como uma fonte de financiamento para países em desenvolvimento parece estar aumentando", diz o texto do estudo. Com base nos dados, o departamento pretende incentivar iniciativas para "facilitar o envio de remessas e torná-lo mais seguro, tornar os sistemas de remessas formais mais atraentes e conhecidos e melhorar a eficiência da distribuição de remessas nos países receptores". |
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