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Mostra lembra cem anos da morte de Cézanne | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os 100 anos da morte do pintor Paul Cézanne (1839-1906) estão sendo marcados com uma grande exposição das obras do artista no Museu Granet, em Aix-en-Provence, no sul da França. A mostra na cidade-natal do pintor traz 116 obras, incluindo 80 pinturas a óleo e 30 aquarelas, e fica em cartaz até o dia 17 de setembro. Entre as telas em exposição, estão as paisagens da Provença, como o pequeno porto do Estaque, na baía de Marselha, e os personagens da região - camponeses, o jardineiro que trabalhava no seu ateliê. Há uma sala inteira dedicada a obras que retratam a montanha de Saint-Victoire, tema de mais de 80 quadros do pintor. O evento também traz um retrato do pai do artista, Louis-Auguste Cézanne, que demorou para aceitar a vocação artística do filho. O pai, que começou como fabricante de chapéus e depois se tornou banqueiro, por muitos anos insistiu que o filho seguisse a mesma carreira. A fortuna familiar permitiu que Cézanne vivesse confortavelmente sem nunca ter vendido um quadro enquanto vivo. Pelo desejo do pai, em 1859 Cézanne se inscreveu no curso de Direito, mas ao mesmo tempo entrou na escola municipal de desenho. Em 1861, ele chegou a Paris. Depois do fracasso no exame de entrada na Escola de Belas Artes, ele voltou a Aix-en-Provence para trabalhar no banco do pai. Nos anos seguintes, Cézanne dividiu seu tempo entre a sua cidade-natal e a capital francesa. Paul Cézanne morreu em 23 de outubro de 1906, aos 77 anos de idade. Uma semana antes, ele havia desmaiado enquanto pintava ao ar livre e ficou horas sob chuva. Diabético, ele não conseguiu se recuperar do incidente. |
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