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Atualizado às: 01 de maio, 2006 - 09h53 GMT (06h53 Brasília)
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Mercosul vive seu momento de maior debilidade, diz 'Clarín'
Jornais
O jornal argentino Clarín afirma em editorial na sua edição desta segunda-feira que o "Mercosul vive seu momento de maior debilidade".

O diário afirma que o bloco econômico foi "progressivamente debilitado pelas divergências entre Argentina e Brasil em termos comerciais e estratégicos".

Segundo o jornal, os dois países possuem "discrepâncias em suas políticas de investimentos" e fortes contrastes macroeconômicos.

De acordo com Clarín, a atual tensão entre Argentina e Uruguai provocada pelo plano uruguaio de montar fábricas de celulose próxima ao rio Uruguai, que separa os dois países, agravou a crise do bloco ainda mais.

O jornal afirma que o Mercosul optou por negociações regionais em detrimento à "busca por formas de cooperação que contribuam para o desenvolvimento conjunto e que não sejam utilizadas como instrumento de confrontação".

O editorial comenta também que o projeto de um gasoduto que passaria por Brasil, Argentina e Venezuela gerou "dúvidas compreensíveis", uma vez que ele "foi anunciado antes da realização de estudos para determinar sua viabilidade e o seu custo".

Bolton e a ONU

O jornal britânico Daily Telegraph traz uma entrevista exclusiva com embaixador dos Estados Unidos na ONU, John Bolton.

Na entrevista, Bolton afirma que a ONU segue "práticas e atitudes que foram abandonadas há 30 anos na maior parte do mundo".

De acordo com o embaixador, a entidade parece parada no tempo e necessita de reformas profundas.

No momento em que a entrevista foi concedida, Bolton contou que ele, assim como outros embaixadores e funcionários – "quase 400 pessoas" – estavam esperando havia uma hora e meia pela chegada de um documento e o prazo para entrega acabou sendo prorrogado.

"Um processo desses é cheio de deslizes", mas de acordo com o embaixador, "isso é a prática corrente" dentro da entidade.

Divergências na Al-Qaeda

O jornal americano New York Times afirma que as gravações divulgadas na semana passada e atribuídas aos líderes da organização Al-Qaeda demonstram que há divergências na liderança da entidade.

Segundo especialistas ouvidos pelo diário, as mensagens de Osama Bin Laden, Ayman al-Zawahiri e Abu Musal al-Zarqawi demonstram que existem "diferentes interesses políticos e motivações dentro da Al-Qaeda".

Segundo os especialistas consultados pelo jornal, Zarqawi, que comanda um grupo de insurgentes no Iraque, "usou sua mensagem para assegurar sua posição de líder da insurgência no Iraque, mas talvez além do país".

O jornal afirma que a gravação de Zawahiri, que costumava ser visto como o braço-direito de Bin Laden, trazia indícios de que ele está buscando maior autonomia.

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