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Saída de premiê ajudaria Iraque, diz líder do Parlamento | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente em exercício do Parlamento iraquiano, Adnan Pachachi, afirmou nesta segunda-feira que, se o primeiro-ministro interino Ibrahim Al-Jaafari decidir abandonar o cargo, o Parlamento iraquiano terá um problema a menos para resolver. "Isso resolveria um dos problemas e, então, nós poderíamos nos concentrar nos outros problemas, que são mais fáceis de resolver", disse Pachachi, em entrevista à BBC. O Parlamento iraquiano deveria se reunir nesta segunda-feira, mas a sessão foi adiada em meio à indefinição dos líderes políticos iraquianos sobre a permanência ou não de Jaafari como primeiro-ministro. Os partidos curdos e sunitas acusam Jaafari, indicado pelos xiitas, de estimular a discórdia e fracassar no combate aos insurgentes iraquianos. As dúvidas quanto ao futuro de Jaafari aumentaram depois que os Estados Unidos e a Grã-Bretanha manifestaram frustração com o fracasso do primeiro-ministro interino na tentativa de formar um governo efetivo. Novo governo De acordo com o presidente em exercício do Parlamento, a formação de um novo governo no Iraque ainda deve demorar entre duas e quatro semanas. Na entrevista à BBC, Pachachi disse esperar que um acordo sobre o novo presidente do Parlamento seja alcançado nos próximos dias, quando os parlamentares iraquianos voltarem a se reunir. Pachachi avalia, no entanto, que os políticos iraquianos decepcionaram a população local ao não agir de maneira rápida o suficiente para formar um novo governo. "Muitas pessoas sentiram que aqueles que estão envolvidos no processo político realmente não estão à altura do desafio", afirmou. Desde as eleições de dezembro, o Parlamento iraquiano só se reuniu uma vez. Na opinião de Pachachi, a demora na formação do novo governo pode ser aproveitada por grupos insurgentes para gerar mais instabilidade no país. "Eu diria que algumas partes da insurgência vão tentar explorar esse vácuo (no governo)", disse o presidente em exercício do Parlamento. |
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