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Ex-líder da Libéria se diz inocente em tribunal da ONU | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ex-presidente da Libéria Charles Taylor se declarou inocente dos crimes contra a humanidade dos quais é acusado. Taylor fez sua primeira aparição no tribunal de crimes de guerra da ONU, na capital de Serra Leoa, Freetown. O ex-líder da Libéria enfrenta 11 acusações, entre elas a de ter sido o responsável por estupros, assassinatos e seqüestros, de haver utilizado trabalho escravo e de ter feito uso de crianças-soldados durante a guerra civil em Serra Leoa, travada entre 1991 e 2002. Taylor teria dado auxílio ao grupo guerrilheiro Frente Revolucionária Unida, durante o conflito civil. Legado da guerra Os combates em Serra Leoa causaram inúmeras mortes e levaram milhares de pessoas a fugir do país. Taylor não está enfrentando quaisquer acusações relativas a supostos crimes cometidos durante a guerra civil na Libéria. Isso se deve ao fato de que tais acusações não estão sob jurisdição do tribunal de Serra Leoa. Taylor se exilou na Nigéria em 2003. Na semana passada, ele tentou fugir do país, após o governo nigeriano ter dito que pretendia extraditá-lo. O ex-líder da Libéria acabou sendo capturado e transferido para o tribunal da ONU em Freetown. |
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