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'Economist': Economia e redução da pobreza são triunfos de Lula | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A revista The Economist afirma nesta semana que o fato de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva estar liderando as pesquisas de intenção de voto apesar de problemas como o escândalo do mensalão “sugere que ele acertou em duas grandes coisas: a economia e a redução da pobreza”. A reportagem é baseada em uma “rara” entrevista concedida pelo presidente, durante a qual Lula “citou insistentemente o que vê como seus triunfos gêmeos: estabilidade econômica e progresso social”. A revista britânica afirma que comparar as estatísticas do Brasil de hoje com as do tempo em que Lula assumiu o governo “é como olhar para duas economias diferentes”. A estabilidade, diz o texto, está ajudando a planejar investimentos, e “em breve o Brasil não vai precisar se preocupar com um real em queda impulsionando suas dívidas”, a pobreza está em queda e a desigualdade chegou “ao nível mais baixo dos últimos 30 anos e continua caindo”, citando o economista Marcelo Neri. Ponto fraco Mas a revista também aponta o que considera ser “o ponto fraco” do governo Lula – os gastos do setor público. Apesar de um discurso “animador” sobre temas como “a retirada do Estado da economia e a profissionalização dos serviços públicos”, Lula “não fez muito em nenhum dos dois”, critica o texto. A revista também diz que é ainda “mais decepcionante” o fato de que “o Brasil tem feito menos do que o esperado em educação e saúde”. A The Economist observa que Lula ainda não se declarou candidato à reeleição, mas “suas viagens frenéticas pelo país inaugurando obras públicas que agradam a população deixam suas intenções claras”. |
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