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Droga contra parto prematuro 'pode ter efeito oposto' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pesquisadores afirmam que a metronizadole, um antibiótico, receitado para mulheres grávidas que correm risco de dar à luz bebês precoces, pode ter o efeito contrário e antecipar o nascimento. A conclusão foi chegada por meio de um estudo com 900 mulheres realizado pela Tommy, uma ONG britânica que se dedica aos bebês, e divulgado na revista especializada International Journal of Obstetrics and Gynaecology. De acordo com os autores, a metronizadole duplica o risco de que o parto ocorra antes do tempo normal. Mas médicos ressalvam que é preciso levar em consideração o fato de que o remédio reduz o risco de que o bebê sofra infecções. Alto risco As mulheres que participaram da pesquisa estavam na 23ª ou 24ª semana de gestação e corriam risco de um parto precoce. Elas foram divididas em dois grupos – em um, as pacientes receberam a metronizadole por uma semana, e no outro, comprimidos de placebo. A conclusão foi que, não só o remédio não ajuda a prevenir o parto precoce, mas pode torná-lo mais provável. Apenas 39% das mulheres que tomaram placebos deram à luz antes da hora, enquanto no outro grupo a percentagem foi de 62%. Os pesquisadores afirmam que se acredita que a metronizadole possa estar levando a uma maior incidência de nascimentos precoces em mulheres com gravidez de alto risco. O remédio é normalmente receitado para combater casos de vaginose bacteriana, uma condição que pode levar a partos precoces. |
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