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FHC elogia economia, mas pede queda mais 'decidida' dos juros | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fez elogios à política econômica do governo Luiz Inácio Lula da Silva em entrevista ao jornal financeiro espanhol Cinco Días, mas defendeu mais “decisão” na redução dos juros no Brasil. "As decisões macroeconômicas são, em geral, adequadas", disse FHC, observando que “Lula criticou minha política econômica e depois se limitou a continuá-la”. Mas o ex-presidente também afirma, na entrevista, acreditar que, caso recupere o poder, o PSDB deve ser “mais decidido na hora de baixar os juros”. FHC diz ainda que o PSDB tem boas chances de vencer a eleição presidencial do ano que vem, pois conta com “três pessoas que podem ser grandes candidatos” – mas não cita os seus nomes. Doha Jornais de vários países demonstram pouco otimismo com as negociações da Organização Mundial do Comércio que começam nesta terça-feira em Hong Kong. O britânico Financial Times diz que a rodada de Doha da OMC pode ser “condenada pela falta de ambição” dos países-membros da organização. Já o espanhol El País vê “maus augúrios” para o futuro da OMC com a perspectiva de fracasso nas negociações. Na França, o Le Figaro diz em editorial que as chances de sucesso em Hong Kong são “praticamente nulas” e que o que se está fazendo é procurar culpados. “A União Européia é um alvo perfeito, com seus auxílios à agricultura que impedem um acordo sobre o resto”, diz o jornal, notando que o bloco se defende “destacando o cinismo absoluto dos grandes países emergentes exportadores de produtos agrícolas (Brasil, Argentina...) e dos Estados Unidos, que têm tudo a ganhar com o desmantelamento das ajudas européias”. Por sua vez, nos Estados Unidos, o Los Angeles Times convoca os liberais do país a promoverem um boicote de produtos franceses, uma vez que “a França, indesculpavelmente, está bloqueando um acordo de comércio global que beneficiaria os pobres do mundo”. Copa da Alemanha A definição dos grupos da Copa do Mundo de futebol do ano que vem colocou o torneio definitivamente nas páginas dos jornais mundiais. Na Grã-Bretanha, o principal colunista de futebol do The Daily Telegraph, Patrick Barclay, afirma que a Inglaterra é o único time com possibilidades de evitar que o Brasil se sagre hexacampeão. “Na verdade, eu sinto que, quando chegar a época, a Inglaterra será a mais forte das duas seleções”, diz Barclay. Já o The New Paper, de Singapura, afirma que o único obstáculo no caminho de Ronaldinho Gaúcho & cia. é a República Checa – um possível adversário do Brasil nas oitavas de final. Na Austrália, o colunista Trevor Marshallsea brinca que Japão e Croácia podem ser uma “potencial casca de banana” para os socceroos no Grupo F, mas o Brasil “pode ser um passeio”, pois “ao contrário de nós, eles não conseguiram ganhar do Uruguai mesmo tendo 200 mil brasileiros torcendo por eles no Maracanã em 1950”. Para chegar à Copa, a Austrália venceu o Uruguai em um play-off decidido nos pênaltis. |
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