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Atualizado às: 09 de dezembro, 2005 - 17h29 GMT (15h29 Brasília)
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Adversários tentam fazer golpismo, diz Lula no Uruguai

O presidente Lula e e o chanceler Celso Amorim na reunião em Montevidéu (foto: Foto: Ricardo Stuckert/Agência Brasil)
O presidente Lula e e o chanceler Celso Amorim na reunião em Montevidéu
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira, em Montevidéu, no Uruguai, que seus adversários no Brasil estão agindo da mesma maneira que a oposição na Venezuela costuma agir contra o presidente venezuelano, Hugo Chávez.

“Tem alguns que ficam dizendo que eu, quando vou fazer um ato público, ajo como se fosse o Chávez. E, eu digo sempre, eu não estou agindo como o Chávez”, disse o presidente, pouco depois de deixar a reunião de cúpula do Mercosul.

“Agora, os meus adversários estão agindo como agiu a Fedecámaras contra o Chávez. Ou seja, tentando fazer golpismo”, acrescentou Lula.

As afirmações reforçam o que o presidente havia dito em entrevista publicada na edição desta semana da revista Carta Capital.

Na entrevista, Lula também comparou a atuação da oposição na crise política do Brasil ao comportamento da Fedecámaras (entidade de empresários antichavistas que faz oposição ao presidente venezuelano).

Venezuela no Mercosul

Lula participa em Montevidéu do encontro de líderes do Mercosul que marca oficialmente o início do processo de adesão plena da Venezuela ao bloco.

A partir de agora, o governo venezuelano poderá participar de todas as reuniões dos membros plenos do Mercosul, mas só terá direito a veto quando se adequar a todas as regras e acordos do bloco, o que ainda deve durar alguns meses.

Uma das exigências é que a Venezuela passe a adotar a Tarifa Externa Comum (TEC), taxa que os países do Mercosul impõem à importação de produtos de fora do bloco. Para se equiparar aos seus novos sócios, o governo venezuelano terá que ajustar as tarifas que aplica atualmente.

Para o presidente, a adesão plena da Venezuela ao Mercosul marca o início de um novo momento da integração sul-americana.

Coteminas

Antes de deixar o Uruguai, Lula também defendeu a conduta da Coteminas, empresa do vice-presidente da República, José Alencar, que recebeu dinheiro do caixa 2 do PT como pagamento por uma dívida com o partido.

“Eu queria aproveitar e fazer justiça não apenas ao José Alencar, mas a Coteminas”, disse o presidente.

“A Coteminas fez um acordo comercial com o PT, vendeu camisetas. E não caberia à Coteminas querer saber quem é que deu dinheiro para o PT pagar”, acrescentou Lula.

“O PT deve, tem que pagar e a Coteminas fez o que tinha que ser feito. Foi atrás para receber em uma negociação comercial totalmente normal em qualquer lugar do mundo. Agora, qual é a anormalidade? É que o PT ainda não pagou a Coteminas”, concluiu o presidente.

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