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Atualizado às: 27 de junho, 2005 - 21h21 GMT (18h21 Brasília)
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Time da final deve ser o mesmo que enfrentou Grécia

Carlos Alberto Parreira/AP
Parreira voltou a defender o sistema ofensivo da seleção
O técnico Carlos Alberto Parreira deve voltar a formação original do início da Copa das Confederações para a final da competição, na próxima quarta-feira, contra a Argentina.

No treinamento realizado na tarde desta segunda-feira em Frankfurt Parreira realizou um minicoletivo com os titulares que estiveram em campo nas duas primeiras partidas da competição.

“No momento, é o que eu tenho de confiança. É conveniente ter este time”, disse o treinador.

O Brasil deve entrar em campo com Dida, Cicinho, Roque Júnior, Lúcio e Gilberto; Émerson, Zé Roberto, Kaká e Ronaldinho Gaúcho; Robinho e Adriano.

Pressão

Até agora, 21 dos 23 jogadores da Seleção já tiveram chance de jogar. Apenas Luizão e o goleiro Gomes ficaram de fora. Parreira voltou a defender o esquema ofensivo que vem implementando na Seleção.

"De forma geral, é uma nova maneira de jogar. Há ganhos nesse esquema e vamos insistindo para ver até onde vai levar."

Em defesa do esquema ofensivo, Parreira destacou o fato de o Brasil ser o time que mais chutou a gol durante a competição e que mais criou muitas oportunidades de gol.

O técnico da Seleção diz que o time tem que ter uma coisa em mente quando entrar em campo para enfrentar a Argentina: não se intimidar diante da pressão do adversário.

Amistoso

"O Brasil não pode se intimidar. Precisamos nos impor até fisicamente".

Parreira diz que não teme um jogo duro contra a Argentina. Para ele, o árbitro é quem deve tentar conter as faltas duras. O técnico deu como exemplo a partida entre Argentina e México, marcada por jogadas duras e duas expulsões – uma de cada lado.

"O árbitro deveria ter dado mais cartões e expulsado mais jogadores. Acho que ele foi complacente", comentou.

Deixando de lado as críticas em relação a importância da Copa das Confederações, Parreira diz que o Brasil chegou à final e, agora, a hora é de vencer.

"Não existe partida amistosa entre Brasil e Argentina. Se chegamos na final temos que jogar muito".

Calma

Para isso, segundo Parreira, o Brasil precisa apertar na marcação, ter atenção com as bolas paradas e evitar que as bolas cheguem na área para não sobrecarregar os zagueiros.

Quem está participando da Copa das Confederações vai levar vantagem na Copa do Mundo, na opinião do treinador. Para Parreira, todo o processo da competição – translados, treinamentos, concentrações – são bem parecidos com o que as seleções vão encontrar na Alemanha em 2006.

"Foi extremamente proveitoso. Nós conseguimos encontrar aqui o espírito de Copa do Mundo. A Copa vai ser muito pouco diferente".

Sobre o estilo de concentração, Parreira diz preferir a calma de locais como o Castelo de Lerbach, nos arredores de Colônia, a hotéis como o de Frankfurt, no centro da cidade e com muitos hóspedes.

"Eu prefiro a tranqüilidade. Em 40 dias, não dá para ficar preso em um quarto de hotel, é uma coisa terrível", finalizou.

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