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Roque Junior diz que não vai cortar cabelo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O zagueiro Roque Júnior assumiu o bracelete de capitão da Seleção Brasileira com a ausência de Cafú e sua atuação como líder agradou ao técnico Carlos Alberto Parreira. Mas o treinador fez apenas uma ressalva, em tom de brincadeira: “Pedi a ele que cortasse o cabelo porque está horroroso”. O apelo foi em vão. O zagueiro disse que não vai acatar o pedido do técnico, sem qualquer chance de reconsiderar sua posição. “Eu respondi para ele (Parreira) que sou casado, minha mulher e minha mãe gostam e que vão ter que me aceitar desse jeito”, respondeu Roque, também em tom de brincadeira. Roque contou que a escolha do penteado não foi exigância da esposa, mas sim, uma opção. “Estou deixando o cabelo crescer há uns trâs anos, por vontade própria, e me sinto bem assim. Vou manter”. Porta-voz Deixando de lado as discussões em torno de seu cabelo, assunto preferido das dezenas de jornalistas que entrevistaram o jogador, Roque se diz tranquilo em relação à função de capitão, uma espécie de porta-voz da equipe dentro e fora de campo. O zagueiro, por exemplo, esteve nos quartos de todos os jogadores levantando quantos convites cada um quer para a partida contra o México. O maior número de pedidos foi do meio-campo Zé Roberto, do Bayern de Munique. “O Cafu também faz a mesma coisa. É normal um capitão cuidar disso”, comentou Roque Júnior, que não quis convites para convidados, apesar de morar em Colônia, já que sua família está de férias no Brasil. Para o zagueiro, o jogo contra o México vai ter caracterésticas diferentes da partida contra a Gréecia. “O México se movimenta mais, toca mais a bola, mas não vejo problemas em garantir a marcação”, finalizou. |
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