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Exposição em Londres convida visitantes a explorar o sentido do tato | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Nos museus, em geral, o visitante é advertido a não tocar nos objetos. O Victoria and Albert, de Londres, inaugura no dia 16 de junho uma exposição em que o visitante é convidado a ter uma atitude oposta. Touch Me (Toque Me) traz objetos de design contemporâneo e brinca com o futuro. A "geração polegar", por exemplo, que é como o museu classifica fãs de mensagens de texto em celulares e de jogos de computador, pode ficar atraída por um copo que repousa no dedo. Na primeira parte da exibição, há cerca de 90 objetos, distribuídos por ambientes que reproduzem cozinha, quarto, sala, escritório e jardim. Alguns objetos são inusitados à primeira vista. O designer Yoshi Saito fez uma "cadeira do abraço" que em princípio se parece com uma banheira. Ele disse que quer estimular as pessoas a se abraçarem quando estiverem sentadas. Os organizadores da exposição querem fazer os visitantes refletirem sobre questões como "Nós vivemos em uma sociedade carente de toque?" ou "A interação virtual pode ser uma substituta para o toque real?". Outras das questões que a exposição quer provocar são "Nosso tato pode fazer com que nós desenvolvamos relações emocionais e sociais mais fortes com os outros?" e "As pessoas preferem se cumprimentar com beijos ou com apertos de mão?". A exposição Touch Me fica em cartaz no museu Victoria and Albert até o dia 29 de agosto. |
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