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Atualizado às: 27 de maio, 2005 - 20h21 GMT (17h21 Brasília)
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Governo não brinca com a economia, diz Lula a japoneses

Presidente Lula cumprimenta mulher japonesa na estação de metrô de Shimbashi, em Tóquio (Foto Ricardo Stuckert/PR)
Lula disse que não brinca quando o assunto é economia
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse em um seminário sobre oportunidades de investimentos em Tóquio que o governo “não brinca em se tratando de política econômica”.

“Não tomaremos nenhuma atitude que possa tornar vulnerável a economia brasileira e tampouco alguma medida populista, que muitas vezes serve para eleger um candidato, mas que afunda o Brasil em anos e anos de recessão", disse Lula.

Antes, executivos de grandes companhias do Japão haviam expressado receio quanto à política econômica do país no longo prazo.

O próprio presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, reconheceu que eles eram conservadores, "como devem ser" os investidores.

Mas, para o presidente, a culpa de o Brasil não estar hoje entre as maiores economias do mundo é daqueles “que não conseguem pensar a longo prazo”.

Superávit

"Já podíamos ter chegado lá, mas não chegamos porque no nosso país as pessoas não conseguem pensar para 20 ou 30 anos, só conseguem pensar de eleição para eleição", disse Lula.

Em uma parte do discurso, Lula se dirigiu especificamente aos empresários brasileiros presentes e disse que tem insistido com eles para que “não tenham medo de ser empresários multinacionais e crescer”.

“O mundo globalizado não permite que fiquemos nas nossas indústrias, nas nossas cidades, no nosso país, esperando que as pessoas nos procurem para comprar aquilo que estamos vendendo.”

O presidente os comparou com um turista japonês que “coloca a sua mochila nas costas, seu chapéu na cabeça, (pega) sua máquina fotográfica e vai conhecer o mundo”.

Ao longo do dia, a platéia de executivos de ambos os países conferiu indicadores macroeconômicos brasileiros, dos quais o presidente destacou o superávit da balança comercial, que alcança US$ 38 bilhões.

“Quando o ministro Furlan me telefonou dizendo que nós tínhamos ultrapassado os US$ 100 bilhões de exportação para mim foi uma alegria extraordinária porque era o feito que muita gente no nosso país não acreditava que fosse possível porque lamentavelmente tem muita gente que embora tenha cargos importantes, pensa pequeno e não dá a dimensão de grandeza para o que o Brasil representa hoje.”

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