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Após escolha, alemães passam a aprovar Ratzinger como papa | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Apesar de muitos alemães criticarem a postura conservadora do novo papa Bento 16, a maioria da população aprovou a eleição de seu compatriota como pontífice da Igreja Católica. É isso que mostra uma pesquisa feita pelo canal de televisão alemão ARD, segundo a qual 63% dos alemães gostaram do fato de Joseph Ratzinger ter se tornado o novo papa. Uma pesquisa da revista Der Spiegel antes da eleição mostrava um grau de aprovação de apenas 29%. A pesquisa do canal TV ARD também mostra que os alemães esperam que Ratzinger reforme a Igreja: 87% dos entrevistados se declararam a favor de mudanças em temas dogmáticos como o celibato e a ordenação de mulheres. Divisão Ratzinger é respeitado como intelectual e teólogo, mas ainda tem uma imagem de linha-dura e ultraconservador. Por isso, inicialmente não houve euforia quando sua eleição foi anunciada. Apesar da alegria pela eleição de um alemão, Ratzinger divide a opinião pública. Sua postura conservadora causou vários atritos com a própria Igreja Católica alemã no passado sobre temas como o aconselhamento de grávidas sobre o aborto ou o uso de preservativos para combater a Aids. Um jornal alemão chegou a dizer que os críticos mais vorazes do ex-arcebispo de Munique estão justamente no seu país de origem. |
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