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Fifa discute mudanças na lei do impedimento | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Bola com chip, novas regras para a lei do impedimento, mudança no número de substituições em amistosos. Estes são alguns dos assuntos que serão discutidos na reunião anual da International Board, o órgão da Fifa que discute mudanças nas regras do futebol, neste sábado no País de Gales. O comitê é formado por oito membros: quatro representantes da Fifa, um da Inglaterra, um do País de Gales, um da Irlanda e um da Escócia. Para que uma proposta seja aprovada ela precisa de seis dos oito votos dos membros da comissão. Uma das propostas prevê a mudança na lei de impedimento. Um jogador, de acordo com a nova proposta, só poderia estar impedido dentro da área do time adversário. Outra, apresentada pela própria Fifa, é a possibilidade de substituir mais de seis jogadores durante uma partida amistosa. Mas isso só valeria em caso de jogos entre clubes, seleções de juniores ou seleções femininas. As seleções masculinas principais dos países filiados à Fifa teriam que respeitar o limite de seis substituições por jogo. Impedimento O comitê também vai analisar uma proposta para tornar mais específica a possibilidade de punir jogadores que tiram a camisa para comemorar um gol. Atualmente, o atleta que levantar a camisa durante a comemoração de um gol pode ser punido por atitude inconveniente. De acordo com a nova proposta, só os jogadores que tirarem completamente a camisa serão passíveis de punição. Uma outra mudança que vai estar sendo discutida é a possibilidade de retorno imediato de um jogador ao campo após se recuperar de uma lesão. De acordo com as normas atuais, o jogador precisa esperar o reinício do jogo e a permissão do juiz para voltar ao campo. Umas das novidades será a apresentação da bola com chip, desenvolvida por cientistas alemães. O microprocessador instalado na bola poderá fornecer ao juiz informações precisas do local exato de onde estava a bola, tirando dúvidas se um lance foi realmente gol ou não, por exemplo. O sistema vem sendo considerado único e, segundo analistas, promete revolucionar a arbitragem. Se aprovado, a bola com o microprocessador poderá estar em campo durante os jogos da Copa do Mundo de 2006. O sistema ainda não foi testado em jogos oficiais. |
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