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Há limites para reconciliação de Bush e Chirac, diz Figaro | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal francês Le Figaro afirma que o presidente americano George W. Bush e o presidente francês, Jacques Chirac, "viraram a página de seu desentendimento sobre o Iraque", durante o encontro que tiveram na segunda à noite em Bruxelas. Mas o diário frisa em sua manchete que "há limites para a reconciliação" de Bush e Chirac. O jornal diz que os dois governos divergem "em dois dos acalorados temas diplomáticos que discutiram: a Síria e o Irã". De acordo com o jornal, França e Estados Unidos têm diferenças "óbvias", uma vez que Paris prefere uma saída diplomática, enquanto que "a administração Bush está caminhando no sentido da confrontação com Damasco e Teerã". 'Paz Fria' O jornal russo publicado em inglês The Moscow Times diz que o encontro do presidente George W. Bush com seu colega russo, Vladimir Putin, em Bratislava, a capital da Eslováquia, nesta quinta-feira, deve dar o tom das relações entre americanos e russos nos próximos quatro anos. De acordo com o diário moscovita, após "uma breve lua-de-mel após a cooperação para derrotar o Talebã no Afeganistão, a relação mudou e surgiram diferenças sobre vários temas, mais recentemente: a Ucrânia". O Moscow Times comenta que a relação entre as duas nações está rapidamente transitando da parceria para a "paz fria". Segundo o jornal, os americanos e seus aliados europeus estão preocupados com tendências antidemocráticas russas que possam trazer implicações perigosas e neo-imperialistas, segundo alguns observadores". O jornal russo pró-comunista Sovetskaya Rossiya diz que "quanto mais concessões nós fizermos nessa renião em nome das boas relações com os Estados Unidos, mais persistentes se tornarão as exigências deles". Ronaldo O jornal espanhol El País traz em sua edição desta terça-feira uma entrevista com o atacante Ronaldo, do Real Madri. Na entrevista, o jogador fala de possíveis desentendimentos com o treinador Wanderley Luxemburgo, que o fez começar na reserva na partida contra o Atlético Madri, no fim de semana, alegando que ele não havia treinado o suficiente antes do jogo. Ronaldo afirma que sabe que tanto ele como Luxemburgo sabem que ele cometeu um erro ao se atrasar para o treino que antecedeu o jogo contra o Atlético de Madri, mas que "o tema poderia ter sido solucionado de outra maneira". Indagado se ele julgava que o treinador poderia estar usando substituições como um recado de firmeza para o elenco do Real Madri, Ronaldo comenta: "Espero que ele não queira me usar como exemplo para meus companheiros". |
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