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Grupo iraquiano recruta militantes na Europa, diz Post | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal americano The Washington Post traz reportagem que diz que o grupo extremista curdo Ansar Al-Islam recruta pessoas na Europa para aderir à insurgência no Iraque. Segundo autoridades americanas, o grupo foi o responsável por pelo menos 40 ataques a bomba resultando em mais de mil mortos no Iraque. O jornal diz ainda que os serviços de inteligência americano e europeu estimam que o número de jovens muçulmanos que saem da Europa para lutar contra as tropas estrangeiras no Iraque varia de cem a 3 mil, e os números estariam crescendo. Nos últimos dois anos, segundo o Washington Post, membros do Ansar foram presos em seis países da Europa. Na Itália, por exemplo, o departamento antiterrorismo da polícia disse que já descobriu duas células do Ansar que recrutavam pessoas para ir ao Iraque via Turquia e Síria. Afeganistão O jornal britânico The Guardian teve acesso a documentos que trariam novas evidências de abuso de prisioneiros por tropas americanas no Afeganistão. Os abusos teriam acontecido em Bagram, ao norte da capital afegã, Cabul, e em uma pequena prisão americana na cidade de Kandahar. O documento, que contém detalhes de investigações feitas pelo Exército americano e que foi entregue à União Americana das Liberdades Civis (ACLU, sigla em inglês), indica que soldados americanos tentaram encobrir abusos no Afeganistão e no Iraque mesmo depois do escândalo de Abu Ghraib. Segundo o The Guardian, fotografias que mostravam soldados ridicularizando prisioneiros foram destruídas para evitar "outro escândalo público". No dossiê, um prisioneiro iraquiano também acusa soldados americanos, vestidos de civis, de terem deslocado seus braços, colocado uma arma descarregada em sua boca e puxado o gatilho, de o terem sufocado com uma corda até que ele perdesse a consciência e batido nele com um bastão de beisebol. Exames médicos confirmaram a declaração do detento, mas a investigação foi encerrada em outubro de 2004. |
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