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Atualizado às: 07 de fevereiro, 2005 - 10h51 GMT (08h51 Brasília)
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Rice visita Oriente Médio com 'nota de otimismo', diz L.A. Times
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A viagem da Secretária de Estado americana Condoleezza Rice ao Oriente Médio e à Europa vem recebendo destaque de jornais de várias partes do mundo.

O Los Angeles Times afirma que Rice está adotando “uma nota de otimismo” em suas declarações durante a primeira viagem que está fazendo após assumir o cargo.

Em Israel, o Jerusalem Post prefere destacar o pedido feito por Rice para que Israel “faça tudo o que for possível para apoiar o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas”.

Já o jornal árabe Al-Arab al-Alamiyah, que é sediado em Londres, diz que a tarefa de Rice no Oriente Médio é complicada, já que “não haverá rosas para ela ao longo do caminho”, mas “apenas espinhos”.

Em relação ao Iraque, o Washington Post publica reportagem segundo a qual a opinião pública do país “está se movendo mais claramente contra os insurgentes” desde a eleição de domingo retrasado.

O frio do Carnaval

O Jornal de Notícias, de Lisboa, observa que, apesar de os foliões portugueses se mostrarem “sempre inspirados, especialmente elas, nos minitrajes carnavalescos do Brasil”, neste ano eles decidiram vestir fantasias mais adequadas ao inverno europeu.

“O frio e a chuva do ano passado ensinaram que não vale a pena arriscar a vida com uma hipotermia”, diz reportagem publicada pelo jornal.

O texto comemora o sucesso das folias de Momo em Portugal, observando que haviam se esgotado os ingressos para assistir aos desfiles de escolas de samba no país.

Mas repara que os mais ousados sofreram. “As passistas que, por norma, são quem mais sofre com o frio, comentavam, em pele de galinha, o frio que estava”, afirma a reportagem.

Ódio no Orkut

O caderno de tecnologia do The New York Times publica uma reportagem sobre a preocupação criada pelas comunidades de ódio que estão se espalhando no Orkut, um site de internet que é “especialmente popular” no Brasil.

“A maioria das páginas de ódio do Orkut parecem estar escritas em português”, diz o texto, citando comunidades que difundem hostilidade contra argentinos, travestis e a Igreja Universal do Reino de Deus, entre outros exemplos.

O The New York Times diz que a empresa que mantém o site, a Google, pode encontrar problemas no Brasil e em outros países em que a incitação ao racismo e outros atos do gênero é considerada crime.

E a reportagem destaca uma investigação que está sendo feita pelo promotor paulista Christiano Jorge Santos sobre um “ataque virtual” contra um adolescente negro de 13 anos que foi convocado por meio do Orkut.

Iraque
Especial traz últimas notícias sobre a situação no país.
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