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Atualizado às: 05 de fevereiro, 2005 - 15h08 GMT (13h08 Brasília)
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Palocci pede esforço dos ricos para crescimento global

O ministro da Fazenda Antonio Palocci
O ministro brasileiro foi convidado para participar da reunião do G7
O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, pediu aos representantes do G7 (o grupo dos sete países mais industrializados do mundo), reunidos em Londres, mais esforços para para garantir o crescimento econômico global.

“O centro das discussões foram as perspectivas para o crescimento mundial. Parece que temos perspectivas um pouco melhores do que aquelas que vimos no final do ano passado”, disse o ministro após o encontro que também contou com representantes da China, Índia e África do Sul.

Palocci destacou a necessidade de que os países desenvolvidos façam um “ajuste equilibrado”, em especial os Estados Unidos, que precisariam equilibrar com mais rapidez o seu déficit fiscal, e a Europa, que teria que ampliar suas reformas estruturais.

Em conversa com o subsecretário do Tesouro dos Estados Unidos, John Taylor, Palocci disse que o americano se mostrou otimista e disse que os ajustes no país serão feitos com prudência e que turbulências não são previstas.

Eficiência

“O que ocorre na economia dos países ricos, aqui representados, nos afeta direta e profundamente”, afirmou Palocci.

“O Brasil tem um grau maior de abertura financeira que a maioria dos países
emergentes e tem ainda importantes vulnerabilidades, representadas pelo tamanho e composição do nosso estoque de dívida.”

Segundo ele, os ministros do G7 “tiveram palavras muito positivas” sobre os
indicadores macroeconômicos do Brasil, como emprego e PIB. Não houve
discussões aprofundadas sobre a política monetária do país, informou.

Palocci destacou ainda que o G7 precisa “exercer um papel de liderança” na
liberalização do comércio internacional e na criação de instrumentos financeiros mais eficientes para evitar crises em países vulneráveis.

Pobreza

“Falamos sobre as reformas nas instituições como Banco Mundial e FMI e voltamos a ressaltar a necessidade de programas preventivos.”

Outro questão abordada, de acordo com Palocci, foi a ajuda às nações pobres.

O combate à pobreza é um dos principais esforços na gestão da Grã-Bretanha
na presidência do G7.

Segundo Palocci, esse tema já foi muito discutido no ano passado, com a
apresentação de várias propostas para a redução da fome e pobreza.

“Chegou a hora de adotarmos medidas práticas”, disse.

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