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Palocci pede esforço dos ricos para crescimento global | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, pediu aos representantes do G7 (o grupo dos sete países mais industrializados do mundo), reunidos em Londres, mais esforços para para garantir o crescimento econômico global. “O centro das discussões foram as perspectivas para o crescimento mundial. Parece que temos perspectivas um pouco melhores do que aquelas que vimos no final do ano passado”, disse o ministro após o encontro que também contou com representantes da China, Índia e África do Sul. Palocci destacou a necessidade de que os países desenvolvidos façam um “ajuste equilibrado”, em especial os Estados Unidos, que precisariam equilibrar com mais rapidez o seu déficit fiscal, e a Europa, que teria que ampliar suas reformas estruturais. Em conversa com o subsecretário do Tesouro dos Estados Unidos, John Taylor, Palocci disse que o americano se mostrou otimista e disse que os ajustes no país serão feitos com prudência e que turbulências não são previstas. Eficiência “O que ocorre na economia dos países ricos, aqui representados, nos afeta direta e profundamente”, afirmou Palocci. “O Brasil tem um grau maior de abertura financeira que a maioria dos países Segundo ele, os ministros do G7 “tiveram palavras muito positivas” sobre os Palocci destacou ainda que o G7 precisa “exercer um papel de liderança” na Pobreza “Falamos sobre as reformas nas instituições como Banco Mundial e FMI e voltamos a ressaltar a necessidade de programas preventivos.” Outro questão abordada, de acordo com Palocci, foi a ajuda às nações pobres. O combate à pobreza é um dos principais esforços na gestão da Grã-Bretanha Segundo Palocci, esse tema já foi muito discutido no ano passado, com a “Chegou a hora de adotarmos medidas práticas”, disse. |
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