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FMI é 'respaldo importante' para o Brasil, diz ministro | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, disse que o Fundo Monetário Internacional (FMI) é um “respaldo importante” para o país. Palocci disse que já foi uma “conquista” para o Brasil não ter sacado “nenhum centavo” dos US$ 14 bilhões que estavam disponíveis ao país no atual acordo com a instituição financeira. “É uma redução de compromissos futuros. Indica que o Brasil tem condições de fazer um período de aperfeiçoamento de suas políticas, tendo sempre o Fundo como um respaldo importante.” Palocci conversou com o diretor-geral do FMI, Rodrigo de Rato, em Londres, durante o encontro do G7. O Brasil foi convidado para o evento junto com a China, Índia e África do Sul. Março O ministro disse que ambos concordaram que é preciso “tomar uma decisão conjunta que possa ser positiva tanto para o Brasil quanto para o Fundo”. “Estamos em uma análise final para essa posição”, completou. Espera-se que, em março, seja anunciado se o governo brasileiro irá ou não renovar o acordo com o FMI. Na semana passada, o chefe da missão do FMI, Charles Collyns, disse que recomendará a aprovação da revisão do acordo. O acordo foi fechado em 2002 e, em dezembro do ano passado, foi prorrogado para março deste ano. |
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