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Bush diz que é preciso confrontar regimes que 'apóiam terror' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente americano, George W. Bush, disse que é preciso confrontar regimes que continuam a "esconder terroristas" e tentar desenvolver armas de destruição em massa para promover a paz no Oriente Médio. "O Irã permanece o principal patrocinador do terrorismo, buscando armas nucleares e privando a sua população da liberdade que eles buscam e merecem", afirmou Bush, no seu discurso do Estado da União. Bush disse que o seu governo americano está trabalhando com os europeus para convencer o regime iraniano a interromper as suas atividades nucleares e abandonar "o apoio ao terror", mas se dirigiu ao povo iraniano dizendo que os Estados Unidos estão ao seu lado "na sua luta pela liberdade". O presidente também acusou a Síria de permitir que "o seu território, e partes do Líbano, sejam usados por terroristas que buscam destruir toda chance de paz na região". Nova fase Segundo o presidente americano, a nova situação política do Iraque, que teve eleições no domingo, inaugurou uma nova fase na região. Bush disse que os "terroristas resolveram marcar presença no Iraque porque sabem que o país "uma frente vital na guerra contra o terrorismo". "Os nossos homens e mulheres de uniforme (militares) estão combatendo terroristas no Iraque, para que nós não tenhamos que enfrentá-los aqui em casa", afirmou o presidente. Voltando ao Irã e à Síria, o presidente disse que "a vitória da liberdade" no Iraque vai inspirar movimentos reformistas pró-democracia "de Damasco a Teerã", trazendo mais esperança e progresso para uma região problemática e assim levantando "uma ameaça terrível aos nossos filhos e netos". O presidente americano também prometeu maior envolvimento americano no conflito entre israelenses e palestinos Oriente Médio. "Para promover essa democracia, eu vou pedir 350 milhões ao Congresso para reformas políticas, econômicas e de segurança. O objetivo de dois Estados democráticos, Israel e Palestina, convivendo lado a lado em paz é possível de ser atingido – e os Estados Unidos vão ajudar a atingir este objetivo", disse o presidente. A primeira parte do discurso foi dedicada à agenda interna, principalmente sobre O discurso do Estado da União é proferido todos os anos, no início de fevereiro pelo presidente, com as prioridades e programas de governo para o restante do ano. |
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