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'Economist': Êxodo de jogadores reflete 'decadência' do futebol brasileiro | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A revista britânica The Economist publica nesta semana uma reportagem sobre o grande número de jogadores brasileiros que vão jogar no exterior. Segundo a repotagem, nesta atividade econômica, “o sucesso das exportações reflete a decadência doméstica”. A revista diz que, “sem gestão profissional”, os clubes brasileiros não conseguem competir com os salários oferecidos pelos de outros países. O resultado é que, dos anos 1990 para cá, de acordo com o texto, o número de jogadores deixando o país passou de 130 para 850 por ano e em 2005 já alcançou 76. Carreira breve “As estrelas de hoje, como Ronaldinho Gaúcho, têm as carreiras mais breves nos clubes brasileiros antes de assinar com times europeus”, diz o texto. A revista observa que, hoje em dia, não são só os craques que fazem o caminho para o exterior. A Economist afirma que jogadores de menor expressão também estão arrumando as malas com freqüência cada vez maior, indo para destinos “menos óbvios”, como a Indonésia, que importou 25 jogadores do Brasil em 2004, a Armênia, o Vietnã, a Islândia e a Índia. Além do êxodo de jogadores, a revista lista entre os resultados do estado atual do futebol brasileiro a falta de público nos estádios e o enfraquecimento das marcas dos grandes clubes do país. “Jamais desde o Santos de Pelé nos anos 1960 um time brasileiro conseguiu fama internacional”, diz a revista. |
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