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Grã-Bretanha propõe moratória para países atingidos por tsunami | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo britânico está propondo a suspensão do pagamento de dívidas por países que foram atingidos pelo maremoto na semana passada. "Essa moratória levaria a uma análise das necessidades de endividamento desses países, com a possibilidade de eliminar algumas dívidas", disse à BBC o ministro britânico da Fazenda, Gordon Brown. A proposta britânica, que está sendo apoiada pelos Estados Unidos, implicaria um alívio imediato de US$ 3 bilhões anuais para os países mais atingidos pelo maremoto, segundo os cálculos de Brown. Esta é a quantia gasta anualmente só no serviço das dívidas da Indonésia e do Sri Lanka, os dois países mais atingidos pela tragédia. Conversas intensívas O governo britânico também está planejando adicionar o Sri Lanka à sua lista de países que devem ter suas dívidas completamente eliminadas, segundo o ministro da Fazenda. Brown afirmou que está mantendo "conversas intensivas" sobre o assunto com seus colegas do G8 (Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Grã-Bretanha, Itália, Canadá e Rússia). A Grã-Bretanha acabou de assumir a Presidência do G8. Ele disse que outras propostas incluem a liberação de US$ 1 bilhão em ajuda financeira emergencial do Fundo Monetário Internacional (FMI) às Ilhas Maldivas, à Indonésia e ao Sri Lanka. E que o Banco Mundial deve anunciar uma contribuição “muito substancial” aos esforços de reconstrução dos países atingidos pelo maremoto. |
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