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Sem sucesso em terra, Tailândia inicia busca por desaparecidos em alto mar | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Navios das Marinhas tailandesa e japonesa começaram a realizar buscas em alto mar por corpos de vítimas do maremoto que atingiu o país na semana passada. A medida atende um pedido de diplomatas suecos, que acreditam que milhares cidadãos de seu país continuam desaparecidos. As operações de busca por terra estão tendo muito pouco sucesso. As autoridades na Tailândia afirmaram que as buscas por corpos de pessoas que morreram no maremoto vão continuar por mais pelo menos cinco dias. Mais de 4 mil pessoas estão desaparecidas na Tailândia, sendo que metade delas é estrangeira. No fim da semana, será tomada uma decisão sobre se as buscas devem continuar. Ajuda Enquanto isso, as equipes de ajuda humanitária continuam chegando a várias áreas da costa tailandesa. Segundo o correspondente da BBC em Phuket, Chris Hogg, soldados tailandeses estão ajudando a limpar os escombros. "Mas os proprietários de pequenos negócios me disseram que não sabem como vão custear a reconstrução. A maioria não tinha seguro." O primeiro-ministro da Tailândia, Thaksin Shinawatra, pediu aos bancos do país que ofereçam a assistência necessária às pessoas, mas Hogg ressaltou que "isso vai ser uma reconstrução maciça, e não está claro quem vai pagar por isso". Só na Tailândia, o maremoto que atingiu 12 países na semana passada fez 5.046 mortos, entre eles a diplomata brasileira Lys Amayo de Benedeck D'Avola e seu filho Gianluca, de 10 anos. |
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