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Itamaraty ainda busca 154 brasileiros na Ásia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um novo balanço divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério das Relações Exteriores aponta que 154 brasileiros ainda são procurados pelo governo na região do sul da Ásia e de parte da África afetada pelo maremoto que atingiu 12 países. De acordo com o Itamaraty, 258 brasileiros que estavam na área atingida já entraram em contato com embaixadas e consulados do país para dizer que estão bem e pedir informações e ajuda. O novo balanço do governo inclui grupos de brasileiros que não estavam na lista inicial de 314 brasileiros procurados pelo Itamaraty a pedido de suas famílias. Até agora, o governo brasileiro só confirma oficialmente a morte da diplomata Lys Amayo Benedek D'Avola e de seu filho Gianluca, de 10 anos, que estavam na ilha de Phi Phi, na Tailândia. Remessa de ajuda Na noite desta segunda-feira, um avião DC-10, da Varig, com 60 toneladas de suprimentos de ajuda partiria do Rio de Janeiro em direção ao Sri Lanka. De acordo com o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, o carregamento inclui 28 toneladas de medicamentos doados pelo Ministério da Saúde, 29 toneladas de água potável cedidas pela companhia Schincariol e três toneladas de alimentos arrecadados pela embaixada do Sri Lanka no Brasil. Essa seria a segunda remessa de ajuda brasileira enviada à região atingida pelo maremoto. Na última quinta-feira, o primeiro carregamento, com 14 toneladas, seguiu para Bangcoc, na Tailândia. Uma terceira remessa deve ser enviada no próximo sábado à Indonésia. A distribuição dos suprimentos é organizada pelo país que recebe a doação. A principal dificuldade do governo brasileiro para o envio da ajuda é a estrutura logística necessária para receber, separar e embalar o material arrecadado por doações. As autoridades esperam contar com uma mobilização de empresas de grande porte, com grande capacidade de transporte e dispostas a ajudar. A ação emergencial do Brasil de apoio aos países afetados pelo tsunami priorizou o envio de alimentos, remédios e água potável – maiores carências na região atingida. |
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