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Escolha de Ronaldinho divide jornais britânicos
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O jornal britânico The Daily Telegraph elogiou a escolha de Ronaldinho como o melhor jogador de futebol do mundo e chamou o brasileiro de um jogador "brilhante".

Segundo o jornalista Henry Winter, do Telegraph, Ronaldinho "faz a bola sorrir, e os defensores, chorarem". Ainda segundo Winter, o atacante do Barcelona "incorpora a alma e não a ciência da futebol".

Mas a escolha foi criticada pelo também britânico The Guardian. O colunista de futebol do diário, Kevin McCarra, disse que o melhor jogador do mundo é na verdade o francês Thierry Henry, do Arsenal.

Segundo McCarra, apesar de muito talentoso, Ronaldinho não é essencial para o Barcelona como Henry é para o Arsenal.

O colunista lembra que Henry pode ter sido prejudicado devido à má atuação da França na última Eurocopa. Mas ele lembra, por exemplo, que Ronaldinho nem jogou a Copa América, realizada no Peru.

"A Henry por enquanto resta ser adorado pelos torcedores do Arsenal. O mundo está devendo uma homenagem maior a ele", diz o colunista.

Iraque

O Iraque é destaque no editorial do diário espanhol El País. Segundo o jornal, as eleições no dia 30 de janeiro serão no mínimo sui generis, marcadas por um clima de intensa violência e provavelmente boicotadas por uma parte dos sunitas (cerca de 20% da população).

O diário lembra que os sunitas se beneficiaram da "longa noite" que foi o período em que Saddam Hussein governou o Iraque.

Mas, apesar de as eleições serem realizadas em um país ocupado, marcado pela violência, os americanos e o governo interino do Iraque devem, segundo o jornal, "trabalhar para que as eleições no Iraque sejam um rito de passagem para uma das regiões mais instáveis do mundo".

"Hillary não"

O jornal americano Boston Globe traz um artigo da colunista do diário Joan Vennochi sobre quem deve liderar os democratas na corrida às eleições de 2008. "Qualquer um menos Hillary (Clinton)", argumenta a colunista.

Segundo a articulista, 2004 termina com os democratas "em busca de um novo compasso" e "a escolha de uma figura tão polarizada como Hillary como líder seria um erro".

Hillary, diz a colunista, é pró-aborto e pró-casamento gay demais, e ainda perdoou o marido Bill Clinton no caso Monica Levinsky - o que muitos americanos não aceitam.

"2005 deve começar com os democratas pensando seriamente em quem pode liderar um país que precisa de um pulso forte como o de George W. Bush atualmente. E este alguém não é Hillary".

"Dezembro negro"

O jornal argentino El Clarín destaca a grande manifestação realizada na Plaza de Mayo na segunda-feira em Buenos Aires, para lembrar os três anos da queda do presidente Fernando De La Rúa.

Chamado pelos argentinos de "dezembro negro", o período, segundo o Clarín, foi um dos mais conturbados da história recente da Argentina e a população do país "não esqueceu e, por isso, tomou as ruas".

O jornal lembra que muitos aproveitaram a oportunidade para criticar o atual presidente Nestór Kirchnner.

Segundo o Clarín, a passeata foi a primeira oportunidade de argentinos de diferentes setores se organizarem contra o presidente.

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