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Chefe de farmacêutica lamenta lentidão do setor contra Aids na África | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da GlaxoSmithKline, a maior empresa farmacêutica do mundo, Jean-Pierre Garnier, disse que o setor deveria ter tomado a iniciativa mais cedo para fornecer remédios mais baratos a fim de enfrentar a Aids na África. Em entrevista ao jornal britânico The Times, Garnier disse que sua empresa sempre fez o que era correto – mas alguma vez com demora excessiva. “Se eu pudesse mudar alguma coisa, mudaria o passado”, disse Garnier. “(A indústria farmacêutica) poderia ter se engajado na crise do HIV na África de forma mais agressiva.” Batendo à porta Segundo Garnier, muitas empresas já estão fornecendo os remédios a preços mais acessíveis na África. “Somos criticados porque só fazemos isso depois que as pessoas ficaram batendo à nossa porta por bastante tempo.” “Deveríamos ter feito antes que qualquer pessoa soubesse que havia um problema na África.” A GlaxoSmithKline reduziu neste ano os preços cobrados em países em desenvolvimento por remédios contra a Aids, seguindo o exemplo de outras grandes empresas do setor. Ativistas aprovaram a decisão, que, segundo eles, se deveu à pressão exercida por campanhas a favor da medida. |
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