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Número de 'solteirões' bate recorde na Grã-Bretanha | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Novas estatísticas na Grã-Bretanha mostram que o número de homens solteiros antigiu níveis recordes no país, muito acima do número de mulheres que moram sozinhas. A pesquisa da Universidade de Edimburgo constatou que a probabilidade de um homem entre 25 e 44 anos estar vivendo sozinho é o dobro da possibilidade de uma mulher na mesma faixa etária. Com isso, surge 'Brad Jones', como foi apelidado esse novo solteirão britânico, em referência à solteirona relutante de O Diário de Bridget Jones e da recente seqüência, Bridget Jones 2, No Limite da Razão. Vida social O estilo de vida de Bridget Jones foi satirizado nos dois livros de Helen Fielding, ambos transformados em filme. No mundo real, existem mais de 1,65 milhão de homens entre 30 e 39 anos solteiros na Grã-Bretanha. Quase 50 mil a mais do que no ano passado. E existem apenas 1,27 milhão de mulheres solteiras nas mesma faixa etária. De forma geral, homens abaixo da idade de aposentadoria têm 5% mais probabilidade de viverem sozinhos. Ainda segundo essas estatísticas, os solteiros, homens e mulheres, bebem mais do que os casados, porque têm vida social mais intensa. Mas eles também trabalham mais horas porque não têm parceiros para quem precisam voltar. Eles também tendem a não fazer determinadas refeições, como café da manhã, e se alimentam de forma pouco saudável, com alto consumo de fast food. Eles também têm que enfrentar mais preocupações, segundo a pesquisa, porque não têm um confidente para dividir seus problemas. Tendência Essas estísticas são os resultados iniciais de um estudo sobre morar sozinho como uma tendência social crescente, que está sendo feito pelo Centro de Pesquisas sobre Famílias e Relacionamentos da Universidade de Edimburgo. O aumento do número de lares de uma pessoa só na Grã-Bretanha se acelerou na última década. O percentual de casas onde vive apenas uma pessoa triplicou desde os anos 1970, dobrando em relação a meados dos anos 1980. "Viver sozinho afeta a população das cidades, especialmente onde profissionais solteiros optam com freqüência por morar e se aproveitar de um estilo de vida metropolitano", disse Adam Smith, que participou da pesquisa com Lynn Jamieson e Fran Wasoff. "O que vemos como 'a regra' está mudando e isso tem implicações para famílias e relacionamentos, assim como habitação e trabalho." |
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