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Atualizado às: 15 de outubro, 2004 - 11h26 GMT (08h26 Brasília)
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'Justiça, fisco e corrupção atrapalham Brasil', diz FT
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Altos impostos, burocracia excessiva, um Judiciário lento e altas taxas de juros são os empecilhos para investimentos estrangeiros no Brasil, segundo uma reportagem publicada nesta sexta-feira no jornal britânico Financial Times.

O jornal britânico repercute a pesquisa do Fórum Econômico Mundial divulgada no início da semana que diz que o Brasil caiu oito posições no ranking dos países mais atraentes para investimentos externos.

Segundo a pesquisa, o Brasil ocupa a 17ª posição na lista de investimentos estrangeiros diretos, atrás da Namíbia e de Botsuana.

Ainda de acordo com a reportagem do FT, o problema do Brasil é que o governo Lula não conseguiu modernizar a infra-estrutura nem o sistema fiscal do país, e continua a enfrentar problemas de corrupção.

'Kerry na cabeça'

Também na Grã-Bretanha, o The Guardian destaca os resultados da pesquisa que realizou junto com outros importantes periódicos do mundo como o Asahi Shimbun, do Japão, o Le Monde, da França, e o La Presse, do Canadá.

O estudo revela que oito entre dez países do mundo preferem John Kerry na Presidência dos Estados Unidos.

Sobre esse assunto, um editorial do Guardian diz que hoje os britânicos, velhos fãs do Big Mac, da rede de cafeterias Starbucks e dos enlatados americanos, se dizem hostis à cultura americana numa escala semelhante à que até pouco tempo era dispensada aos rivais e vizinhos franceses.

Em Israel, o jornal Haaretz noticia o aumento das pressões sobre o primeiro-ministro israelense, Ariel Sharon.

Segundo o jornal, Sharon teria cedido e aceitado a remoção das tropas de Israel de Jabaliya.

Cortes

O periódico isralense diz ainda que agora Sharon estaria estudando outra exigência dos Estados Unidos: a retirada das tropas da Faixa de Gaza o mais rápido possível.

Sharon ainda estaria sob pressão interna do partido Likud para convocar um referendo sobre o fim de assentamentos judaicos em Gaza e na Cisjordânia.

Na Alemanha, todos os jornais destacam os cortes da subsidiária da General Motors no país, que deve afetar 10 mil pessoas.

Nas palavras do Tageszeitung, "faltam idéias até a grandes empresas. A lei é que tem que garantir a presença de representantes da sociedade em órgãos que supervisionem cortes de empregos."

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