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Atualizado às: 06 de setembro, 2004 - 20h11 GMT (17h11 Brasília)
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Seleção está ainda mais motivada contra a Alemanha, diz Parreira

Goleiro alemão se prepara para a partida
O goleiro Oliver Kahn, considerado um dos melhores do mundo, treina à espera do Brasil
O técnico Carlos Alberto Parreira acha que a Seleção Brasileira vai entrar em campo na quarta-feira para enfrentar a Alemanha em Berlim "ainda mais motivada" do que na partida contra a Bolívia pelas eliminatórias da Copa do Mundo realizada no último domingo (o Brasil ganhou de 3 a 1 em São Paulo).

"Contra a Bolívia tinha aquela história de primeiro contra o último. É mais complicado enfrentar a Bolívia do que a Alemanha, porque a cobrança é ainda maior", disse o técnico Carlos Alberto Parreira.

"Mas o jogo de quarta-feira será um replay da final da Copa do Mundo de 2002 (vencida pelo Brasil por 2 a 0). E, quem sabe, uma prévia da final de 2006", afirmou o treinador, sorrindo.

Parreira lembrou que, apesar de ser um amistoso, o jogo tem o peso de uma competição.

Prestígio

"Não é a decisão de uma Copa do Mundo, mas vale o prestígio. Ninguém vai sair de campo com o título, mas a vitória é boa no aspecto físico e tático."

Sobre o adversário de quarta-feira, apesar das mudanças que a Alemanha vem sofrendo após a Copa de 2002, com troca de técnico e a saída de vários jogadores, Parreira acredita que o time alemão, ao lado do Brasil, é um dos favoritos para chegar à final da Copa de 2006.

"Eu discordo que a Alemanha ande capengando", explicou o técnico.

"Na Copa de 2002, por exemplo, ela não fez uma boa competição e chegou à final. Eu respeito a Alemanha porque, mesmo sem fazer uma boa Copa, essa tradição de chegada me faz acreditar que o time pode chegar a uma final jogando em casa."

A imprensa italiana perguntou ao treinador se os jogadores do Milan iriam continuar fora da Seleção.

Parreira disse que não há ressentimentos pelo fato de o time não ter liberado Dida, Kaká e Cafu tal como o Bayern de Munique não liberou Zé Roberto e Lúcio para o amistoso contra o Haiti (realizado em agosto).

"Não vai haver desdobramento, nem revanchismo. Na próxima convocação, eles estarão aqui. Não podemos abrir mão da experiência de Cafu, por exemplo."

Por causa da não-liberação dos jogadores dos dois clubes, os cinco jogadores ficaram de fora do jogo das eliminatórias contra a Bolívia em São Paulo e do amistoso de quarta-feira contra a Alemanha.

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