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Bush não mostra ter aprendido com seus erros, diz NYT | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os jornais americanos desta sexta-feira fazem um balanço da convenção republicana nos Estados Unidos. Um editorial em tom crítico do The New York Times afirma que as palavras do presidente George W. Bush não convencem o público de que ele tenha aprendido com os erros dos últimos quatro anos e vá melhorar no segundo mandato. "Nada no discurso sugeriu uma nova era de franqueza na Casa Branca", alfinetou o jornal. Para o New York Times, o presidente continua firme em suas principais políticas, como redução de impostos e a guerra no Iraque. Mas, para o diário, ele é maleável na hora de fazer propaganda, dando destaque na convenção à ala mais moderada de seu partido. O The Washington Post também aponta a tentativa de Bush de se apresentar como um líder forte capaz de comandar em tempos de guerra. A principal dificuldade com o discurso de Bush, disse o jornal, é aquilo que ele deixou de incluir: os passos em falso que prejudicaram seu primeiro mandato e que farão muitos dos objetivos citados difíceis de se realizar". Prisão moderna A Grã-Bretanha lançou na quinta-feira o que o governo está chamando de "prisão sem grades" e o diário The Guardian destaca o início de um novo esquema de monitoramento eletrônico no país. Cento e vinte condenados da região de Manchester foram soltos mas são obrigados a utilizar tornozeleiras que permitem à policia saber em tempo real a localização de cada um deles, com uma margem de erro de apenas dois metros. Se os testes funcionarem, cerca de 5 mil condenados por violência doméstica e pedofilia passarão a viver nesse sistema de liberdade vigiada. |
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