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Insegurança econômica gera 'ansiedade', diz OIT | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Apenas 8% da população mundial vivem em países com segurança econômica o que, segundo um estudo da OIT, a Organização Internacional do Trabalho, pode resultar em um “mundo cheio de ansiedade e raiva”. O levantamento publicado nesta quarta-feira destaca que a segurança econômica promove bem-estar pessoal, felicidade e tolerância, além de beneficiar o crescimento e desenvolvimento do país. O estudo Segurança Econômica para um Mundo Melhor é a primeira tentativa para medir a segurança econômica global, sob perspectiva das pessoas comuns. Foram entrevistados 48 mil trabalhadores e pesquisadas mais de 10 mil empresas no mundo. Ranking A segurança econômica é medida pela OIT a partir de sete fatores, entre eles, renda, mercado de trabalho e habilidades profissionais. Baseado nesses determinantes, foi elaborado um ranking dos 90 países com maior segurança no mercado de trabalho. Em primeiro lugar está a Suécia, seguida pela Finlândia e a Noruega. Os Estados Unidos estão em 25º lugar. O Brasil, em 39º. Sindicatos De acordo com o levantamento, a segurança do emprego está diminuindo em quase todos os países porque as atividades econômicas estão se tornando mais informais e em função de reformas na legislação. Outra descoberta do estudo foi que a maioria dos trabalhadores nos países em desenvolvimento não está ciente da existência dos sindicatos, que, em muitos desses países, representam menos de 10% da força de trabalho. Também foi constatado que as mulheres enfrentam maior insegurança econômica do que os homens, e que um grande número de trabalhadores não usam todas as suas habilidades em seus empregos. |
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