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Queda do dólar barateia cidades americanas, diz Economist | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Nenhuma cidade dos Estados Unidos figura entre as 25 primeiras posições na lista das cidades mais caras do mundo, segundo estudo da consultoria Economist Intelligence Unit (EIU), ligada à revista Economist, divulgado nesta segunda-feira. A pesquisa, entitulada Worldwide Cost of Living Survey, aponta a queda do dólar como a principal causa das cidades americanas terem ficado mais baratas na comparação internacional. Nova York, a primeira cidade americana da lista, caiu 14 posições, ocupando agora o 27º lugar, abaixo de cidades australianas como Sydney (14º) e Melbourne (18º). Seis cidades dos Estados Unidos estão entre as 50 mais caras do mundo. Apenas Nova York se localiza entre as 30 primeiras. Europa Em contrapartida, as cidades européias dominam o topo da tabela. Paris e Oslo competem com as japonesas Tóquio e a região de Osaka-Kobe pelas primeiras colocações. As cidades japonesas ocupam o topo da lista, seguidas por nove destinações européias. Paris, que ocupava o 7º lugar na lista anterior, agora é a cidade mais cara do continente europeu. O fortalecimento do euro é apontado como fator principal do encarecimento da capital francesa. Lisboa, ocupando a 54º posição, é a única cidade da "antiga" União Européia – excluindo as cidades dos dez países que passaram a integrar a organização neste ano – que não figura entre as 50 mais caras do mundo. A EIU pertence ao mesmo grupo que publica a revista The Economist. A pesquisa, realizada duas vezes por ano pela consultoria, compara preços em dólares em 130 cidades. Ela é normalmente usada por empresas para o cálculo dos salários de executivos quando eles são transferidos de seus países de origem. |
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