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Objetivo do remo é estar entre os 12 primeiros | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O técnico Rodney Junior, que treina os quatro atletas da delegação brasileira de remo que está em Atenas, disse à BBC Brasil que o objetivo é ficar entre os 12 primeiros do mundo. "O pódio é muito difícil para nós. O grande mérito do remo brasileiro foi ter classificado esses barcos para Atenas, porque isso também era uma jornada muito difícil. Agora queremos ficar entre o sétimo e o 12º lugar. Se nós conseguirmos isso, vai ser muito legal", disse Rodney. Apesar das dificuldades, os atletas não negam que vão competir pensando em ganhar uma medalha. "Meu principal objetivo nessa Olimpíada é medalha", disse Thiago Gomes, que conquistou a prata nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo e faz sua estréia em Olimpíadas em Atenas. "É muito difícil, mas não dá pra saber o que vai acontecer, só depois da competição." Segurança Ao chegar em Atenas, após um período de aclimatação em Sevilha, na Espanha, os barcos brasileiros passaram por uma grande inspeção. "Eles estão averiguando o que tem dentro do barco, tudo isso. Mas nós fomos felizes porque fomos o primeiro país a chegar, então não tivemos de esperar muito", disse Rodney. Segundo o técnico, os fabricantes estão trazendo os barcos e deixando-os a mais ou menos 3 km de onde eles vão ficar definitivamente. A delegação, então, precisa transportar os barcos para a área de remo, onde eles passam pela averiguação. "Só depois dessa passagem de segurança é que você tem a permissão de entrar com os barcos na área de competição", afirmou. Rodney também elogiou a segurança na Vila Olímpica. "Cada vez que você entra na Vila, você passa por todo um processo de segurança. O carro que está te levando também passa por toda uma vistoria. Então a segurança está bem estruturada." |
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