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Londres homenageia Fellini com duas mostras | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O diretor Federico Fellini está sendo homenageado por duas retrospectivas simultâneas em Londres, uma promovida pelo Instituto Britânico de Filmes (BFI, na sigla em inglês) e outra no Instituto Cultural Italiano, que mostra trajes e fotografias. O BFI vai mostrar alguns dos filmes mais famosos do diretor, incluindo aquela que é considerada a sua primeira obra-prima, I Vitteloni, de 1953. Considerado um dos cineastas mais visionários que surgiram na época do pós-guerra, Fellini levou o cinema a um novo patamar de intensidade biográfica, transformando suas experiências cotidianas em arte surrealista. Embora tenha originalmente saído da escola neo-realista, a excentricidade de suas caracterizações e seu absurdo senso de comédia o diferenciaram de seus contemporâneos, como Vittorio de Sica ou Roberto Rossellini. Seu estilo adquiriu características tão distintas que levou a criação do termo "felliniano" para descrever situações parecidas com as mostradas em seus filmes. A exibição promovida pelo Instituto Italiano, chamada "Fabulosamente Fellini", traz 13 trajes de seus filmes incluindo o famoso vestido negro usado por Anita Elkberg em La Dolce Vita (1960). A retrospectiva de filmes mostra também seus trabalhos mais consagrados como Amarcord (vencedor do Oscar de filme estrangeiro em 1975), Casanova e Fellini 8 ½. |
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