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Barcelona 1992: Os Jogos da 'Nova Ordem Mundial' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os Jogos Olímpicos de Barcelona, em 1992, foram os primeiros depois da queda do Muro de Berlim e da dissolução da União Soviética. Todos os países afiliados ao Comitê Olímpico Internacional (COI) compareceram – a única ausência foi a da Iugoslávia, que vivia uma guerra civil. A Alemanha participou com uma equipe só, reunindo os lados ocidental e oriental pela primeira vez desde o início da Segunda Guerra Mundial. Os atletas da ex-União Soviética competiram sob a bandeira da Comunidade dos Estados Independentes (CEI). A África do Sul também voltou a enviar atletas, e o Afeganistão participou da cerimônia de abertura, apesar de não ter levado uma delegação.
Como resultado, um número recorde de 64 países conquistaram medalhas, com a CEI terminando em primeiro lugar na classificação geral. A geração de ouro O Brasil sempre vai se lembrar da Olimpíada de Barcelona pela vitória do vôlei masculino, representando a primeira medalha de ouro obtida pelos brasileiros em um esporte coletivo. O time de Maurício, Giovane, Tande e Marcelo Negrão, entre outros, ficou conhecido como "A geração de ouro". O judoca Rogério Sampaio conquistou uma medalha de ouro, e o nadador Gustavo Borges ficou com a prata. Pela primeira vez, foi permitida a participação de atletas profissionais no basquete. Com isso, o mundo assistiu à supremacia dos jogadores da NBA, a liga oficial americana. Nomes como Michael Jordan e Magic Johnson eram as estrelas do chamado "dream team" ("time dos sonhos"), que não teve dificuldades para conseguir a medalha de ouro. |
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