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Seul 1988: O reencontro das potências | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Estados Unidos e União Soviética voltaram a se enfrentar nos Jogos Olímpicos de Seul, na Coréia do Sul, depois dos boicotes às duas edições anteriores. Apenas Cuba e Etiópia não compareceram. A Olimpíada de 1988 foi marcada pelo fantasma do doping, que fez com que vários atletas perdessem as suas medalhas. O caso mais famoso foi o do canadense Ben Johnson, que cravou o tempo recorde de 9,79 segundos na prova dos 100m rasos, mas perdeu o ouro três dias depois, ao ser revelado que ele havia consumido anabolizantes. Seu arqui-rival, o americano Carl Lewis, ficou então com o título, enquanto Johnson foi proibido de representar o Canadá por dois anos.
Mais prata para o Brasil Entre as mulheres, a americana Florence Griffith-Joyner foi o destaque, conquistando três medalhas de ouro e uma de prata no atletismo. O tênis recuperou seu status de esporte olímpico, depois de 64 anos. O Brasil obteve seis medalhas. A única de ouro foi para o judoca Aurélio Miguel. Joaquim Cruz, que havia conquistado o primeiro lugar dos 800m rasos em Los Angeles, ficou com a prata na mesma prova. No futebol, o time de Taffarel, Romário e Bebeto perdeu para a União Soviética na final e obteve mais uma vez a medalha de prata. |
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