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Helsinque 1952: A volta dos russos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os Jogos Olímpicos de Helsinque, na Finlândia, foram marcados pelo retorno dos atletas russos. Fora das competições desde a Olimpíada de 1912, eles voltaram a competir representando a União Soviética. A disputa entre o bloco comunista e os Estados Unidos nos Jogos começou com a vantagem para os americanos, que acabaram na primeira colocação no quadro de medalhas. Os soviéticos ficaram em segundo. A maior estrela do atletismo veio também de um país comunista, a então Tchecoslováquia. Emil Zatopek justificou o apelido de "Expresso Checo" ao vencer as provas dos 5 mil metros e dos 10 mil metros, além da maratona. O vôo de Adhemar O Brasil, que contava com 103 atletas homens e cinco mulheres, conquistou uma medalha de ouro e duas de bronze.
O grande destaque brasileiro foi Adhemar Ferreira da Silva, que conseguiu quebrar o seu próprio recorde mundial ao marcar 16,22 metros no salto triplo. O atletismo rendeu ainda uma medalha de bronze ao Brasil, dada a José Telles da Conceição no salto em distância. Na natação, Tetsuo Okamoto também ganhou o bronze, na prova de 1.500m nado livre. Realizada entre 19 de julho e 3 de agosto, a Olimpíada de Helsinque contou com a participação de quase 5 mil atletas – 4.436 homens e 519 mulheres – que competiram em 17 modalidades. Foram distribuídas 459 medalhas. |
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