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Atualizado às: 04 de agosto, 2004 - 14h17 GMT (11h17 Brasília)
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Amsterdã 1928: Brasil volta a ficar de fora
Amsterdã 1928
O Brasil não enviou representantes a Amsterdã
Depois de três tentativas, os holandeses finalmente conseguiram levar os Jogos Olímpicos para Amsterdã, em 1928.

O evento marcou a volta de atletas alemães, depois de 16 anos. Foi também nesses Jogos que se criou o símbolo da tocha olímpica, acesa por raios solares nas ruínas de Olímpia, na Grécia, e levada até a Holanda, onde permaneceu até o fim da competição.

Pela segunda vez, o barão de Coubertin não compareceu aos Jogos, agora por problemas de saúde.

Devido a problemas financeiros, o Brasil não enviou representantes a Amsterdã.

O selvagem e o príncipe

Apesar da forte oposição de Coubertin, as mulheres puderam competir em cinco provas de atletismo.

O "Tarzã" Johnny Weissmuller voltou a brilhar nas pisicinas, recebendo três medalhas de ouro pelas provas de 100m e 400m livre e de revezamento.

O príncipe norueguês Olav 5º, que era velejador, se tornou o primeiro membro de uma família real a ganhar uma medalha olímpica.

Pela primeira vez, a Ásia também faturou medalhas de ouro, com os japoneses Mikio Oda (salto triplo) e Yoshiyuki Tsuruta (200 m nado peito) e o time de hóquei da Índia.

A ginasta italiana Luigina Giavotti, então com 11 anos, se tornou a mais jovem medalhista da história, ao levar a prata.

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