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Amsterdã 1928: Brasil volta a ficar de fora | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Depois de três tentativas, os holandeses finalmente conseguiram levar os Jogos Olímpicos para Amsterdã, em 1928. O evento marcou a volta de atletas alemães, depois de 16 anos. Foi também nesses Jogos que se criou o símbolo da tocha olímpica, acesa por raios solares nas ruínas de Olímpia, na Grécia, e levada até a Holanda, onde permaneceu até o fim da competição. Pela segunda vez, o barão de Coubertin não compareceu aos Jogos, agora por problemas de saúde. Devido a problemas financeiros, o Brasil não enviou representantes a Amsterdã. O selvagem e o príncipe Apesar da forte oposição de Coubertin, as mulheres puderam competir em cinco provas de atletismo. O "Tarzã" Johnny Weissmuller voltou a brilhar nas pisicinas, recebendo três medalhas de ouro pelas provas de 100m e 400m livre e de revezamento. O príncipe norueguês Olav 5º, que era velejador, se tornou o primeiro membro de uma família real a ganhar uma medalha olímpica. Pela primeira vez, a Ásia também faturou medalhas de ouro, com os japoneses Mikio Oda (salto triplo) e Yoshiyuki Tsuruta (200 m nado peito) e o time de hóquei da Índia. A ginasta italiana Luigina Giavotti, então com 11 anos, se tornou a mais jovem medalhista da história, ao levar a prata. |
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