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Atualizado às: 11 de setembro, 2008 - 02h49 GMT (23h49 Brasília)
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EUA admitem limitações para capturar Bin Laden
Osama bin Laden (arquivo)
Imagem de Osama bin Laden apareceu várias vezes em sites de ativistas islâmicos
A Casa Branca disse que o fracasso em capturar Osama bin Laden mostra as limitações no alcance das operações militares e de inteligência dos Estados Unidos.

Às vésperas do sétimo aniversário dos atentados de 11 de setembro em território americano, uma porta-voz da Casa Branca, Dana Perino, disse que o presidente George W. Bush gostaria de ter visto o líder da rede extremista al-Qaeda perante a Justiça, mas há dificuldades a serem enfrentadas.

"Isto não é como nos filmes. Nós não temos superpoderes", afirmou. "Mas o que nós temos é gente muito dedicada que está trabalhando com nossos aliados e tentando trazê-los (os líderes da al-Qaeda) à Justiça."

"Este presidente e, eu tenho certeza, futuros presidentes, vão continuar tentando localizar os líderes da al-Qaeda", disse Perino. "Nós vamos continuar a tentar encontrar Osama bin Laden."

Perino acrescentou, contudo, que o governo teve sucesso em desarmar a rede de terror, inclusive com a captura do mentor dos ataques de 11 de setembro, Khalid Sheikh Mohammed.

Mohammed está preso na base naval americana na Baía de Guantánamo, em Cuba, onde aguarda julgamento.

Do lado democrata, o senador Harry Reid acusou o governo Bush de não colocar recursos suficientes para a captura de Osama bin Laden.

"O presidente Bush disse corretamente que a guerra contra o terror é sobre mais do que apenas um homem. Mas sete anos depois de 9 de setembro, o presidente permitiu que a vasta rede daquele único homem, a al-Qaeda, se reorganizasse."

Talebã

Um comandante militar americano disse nesta quarta-feira que não está convencido de que seu país esteja ganhando a guerra contra o Talebã no Afeganistão, embora creia que uma vitória seja possível.

O chefe do Estado Maior conjunto, almirante Mike Mullen, disse em uma audiência no Congresso, em Washington, que os combatentes do Talebã conseguem lançar ataques cada vez mais sofisticados à partir do país vizinho, o Paquistão.

Mullen afirmou que os Estados Unidos estão revisando sua estratégia para atingir os redutos do Talebã, em cooperação com o Paquistão.

O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, que também compareceu à audiência, disse que até que a insurreição do Talebã for privada de redutos, a violência vai continuar.

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