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Atualizado às: 08 de janeiro, 2008 - 18h05 GMT (16h05 Brasília)
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Funcionários públicos com Aids receberão aumento no Malauí
Mulher do Malauí, soropositiva
Em 2007 o governo do Malauí pediu que população sexualmente ativa fizesse exames de Aids
O governo do Malauí dará um aumento de US$ 35 (cerca de R$ 61) para os funcionários públicos portadores do vírus HIV, causador da Aids.

Segundo a ministra da Saúde, Marjorie Ngaunje, o aumento de salário visa ajudar os portadores do vírus a comprarem mais alimentos.

"Acreditamos que as 5 mil quachas malauianas extras, além de seus salários mensais, vão ajudar muito a melhorar sua nutrição, o que é essencial para seu bem estar", disse a ministra à agência de notícias Reuters.

Mary Shawa, secretária de Nutrição e HIV/Aids do gabinete de governo do Malauí, afirmou que o pagamento extra vai ajudar a prolongar a vida dos funcionários públicos afetados pela doença.

"Sabemos que milhares no funcionalismo público estão infectados e com o novo sistema esperamos conseguir os números exatos quando as pessoas se inscreverem no programa", afirmou.

Os funcionários públicos do Malauí ganham em média US$ 70 (cerca de R$ 122) por mês, segundo a agência de notícias AFP.

Exame

Segundo o correspondente da BBC em Blantyre Raphael Tenthani o governo do Malauí é o maior empregador do país, com cerca de 120 mil funcionários.

Mas a perda de grandes números de funcionários treinados é um dos grandes problemas de países africanos afetados pela Aids, como o Malauí.

Depois de anos de silêncio a respeito da doença, as autoridades finalmente falaram sobre a crise em 2004, quando foi lançado um programa para o combate a Aids.

O presidente na época, Bakili Muluzi, revelou que seu irmão tinha morrido devido à doença.

Em 2007 o governo pediu que todas as pessoas sexualmente ativas do país fizessem o exame de Aids.

A ONU estima que 80% das pessoas portadoras do HIV na região da África subsaariana não sabem que têm o vírus.

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