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Nova York aumenta segurança devido à 'ameaça' de ataque | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Nova York teve sua segurança aumentada na área de Manhattan neste sábado depois da divulgação em uma página na internet de que militantes islâmicos planejavam um ataque contra a cidade americana. O porta-voz da polícia Brian Sessa disse à agência de notícias AFP que as autoridades estavam usando equipamentos de monitoramento radioativo nas pontes e túneis da cidade depois que ameaça foi divulgada. O prefeito Michael Bloomberg disse que as medidas de precaução não são diferentes de outras atividades de prevenção a ataques terroristas em Nova York desde os ataques de 11 de setembro de 2001. Segundo Bloomberg o Departamento de Polícia de Nova York iniciou as medidas preventivas de segurança no final da noite de sexta-feira contra o que ele descreveu como uma "ameaça não verificada". "Estas ações são como aquelas que a Polícia de Nova York faz todos os dias - precauções contra ameaças potenciais, porém não confirmadas que poderão não se materializar", disse o prefeito, segundo a AFP. "O nível de ameaça não mudou devido a esta ameaça não verificada e não devemos deixar ninguém nos aterrorizar, espalhando medo", acrescentou. Ainda no sábado, segundo a agência de notícias AP, o Departamento de Polícia de Nova York já estava diminuindo suas medidas preventivas. Página israelense A página israelense Debka.com teria relatado que monitorou um "fluxo de comunicações em sites da Al-Qaeda na quinta-feira". As mensagens afirmavam que os ataques ocorreriam com "caminhões carregados com material radioativo, contra a maior cidade dos Estados Unidos e no centro financeiro". Outro site teria relatado que os alvos seriam Nova York, Miami e Los Angeles. Uma representante do site Debka.com disse ao jornal israelense Yediot Aharonot que, devido à intensidade da troca de mensagens, as ameaças pareciam reais. Uma porta-voz do Departamento de Segurança em Washington, afirmou que as ameaças "não foram comprovadas". "Continuamos recebendo informações sem credibilidade afirmando que existe uma ameaça específica iminente à nação", disse Veronica Nur Valdes à AFP. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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