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Governo faz acordo com controladores de vôo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo e a Associação dos Controladores de Vôo chegaram a um acordo que põe fim ao protesto que parou os 67 aeroportos comerciais do país. Em uma reunião nesta sexta-feira que entrou noite adentro, as autoridades aceitaram as exigências da categoria de rever salários, criar um plano de carreira e começar a discutir a retirada da função de controle de vôo da área militar, informou a Agência Brasil. O governo também aceitou cancelar todas as transferências de operadores para outras cidades feitas nos últimos seis meses, que eram vistas pela associação como uma forma de retaliar os grevistas. Ficou ainda acertado que nenhum grevista será punido. A decisão de abrir um "canal de negociação" com os controladores de vôo foi do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo o ministro Franklin Martins, da Secretaria de Comunicação Social. O presidente telefonou de Washington e disse que o fim da paralisação nos aeroportos era uma "questão de segurança nacional", acrescentou Martins. O acordo foi fechado entre o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e os controladores, na sede do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Espaço Aéreo (Cindacta) em Brasília. Os controladores deixaram a reunião e retornaram imediatamente ao trabalho, segundo a associação. A situação dos principais aeroportos do país foi de caos, com a suspensão de todas as decolagens de aviões. Os passageiros receberam instruções para remarcar seus vôos. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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