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Japão vai investigar 'escravas sexuais na 2ª Guerra' | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O partido do governo do Japão deverá realizar uma nova investigação sobre o uso de escravas sexuais para o Exército do país durante a Segunda Guerra Mundial. O inquérito se segue a pedidos de um grupo de parlamentares do partido para que o caso seja revisto. Na semana passada, o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, irritou países vizinhos ao dizer que não há prova de que mulheres - a maioria da China e Coréia - foram forçadas a trabalhar em bordéis para os soldados japoneses durante a guerra. O Japão pediu desculpas em 1993 por seu papel na criação dos bordéis, mas muitos membros do partido acreditam que a medida foi exagerada. Vários historiadores dizem que o Japão forçou até 200 mil mulheres a se tornarem escravas sexuais, mas alguns estudiosos japoneses negam uso de força para arregimentar as mulheres, culpando aliciadores privados por qualquer abuso. | NOTÍCIAS RELACIONADAS 'Japão não pedirá desculpas por bordéis da Segunda Guerra'05 de março, 2007 | Notícias População do Japão pode cair 30% até 2055, diz estudo20 de dezembro, 2006 | Notícias Japão: Ministro quer debater se país deve ter bomba nuclear18 de outubro, 2006 | Notícias | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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