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Procurador pede que presidente de Israel seja indiciado | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O procurador-geral de Justiça de Israel, Menachem Mazuz, recomendou nesta terça-feira que o presidente do país, Moshe Katsav, seja indiciado por uma série de crimes, incluindo estupro. O escritório do procurador-geral, ligado ao Ministério da Justiça, emitiu um comunicado dizendo que reuniu provas suficientes contra Katsav para sustentar indiciamentos por estupro, assédio, abuso de poder e obstrução da Justiça, entre outros crimes. Uma decisão final sobre o indiciamento será tomada após uma audiência em que ele poderá apresentar sua defesa. Katsav nega as acusações, feitas por várias mulheres que trabalhavam para ele. As alegações, que já são conhecidas em Israel há alguns meses, são as mais graves já feitas contra um político israelense - apesar do envolvimento de um presidente anterior e de vários ministros com escândalos financeiros e da condenação de um ministro da Defesa por assédio sexual. Como membro do Knesset (o Parlamento israelense), Katsav está imune a um processo caso haja indiciamento. No entanto, de acordo com um correspondente da BBC em Jerusalém, se o presidente israelense for indiciado ele deve renunciar ao cargo para brigar na Justiça. |
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