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Forças iraquianas prendem assessor de líder xiita | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Forças de segurança iraquianas prenderam nesta sexta-feira o xeque Abdel Hadi al-Duraji, assessor de imprensa do líder xiita Moqtada Al-Sadr, na capital do país, Bagdá, de acordo com fontes militares americanas. “Ele foi preso à meia-noite, ao lado de dois primos”, disse à agência Reuters Abdel Al-Matiri, outro porta-voz de Moqtada Al-Sadr. “Estamos irritados. Isto é uma forma de vingança. O xeque Duraji é um assessor de imprensa e não um militar”, disse o porta-voz. A prisão aconteceu no momento em que as forças de coalizão e iraquianas se preparam para uma megaoperação contra insurgentes na capital. Dependência A prisão aconteceu um dia depois de Maliki afirmar que 400 homens do Exército Mehdi, a milícia liderada pelo clérigo xiita Al-Sadr, tinham sido detidos no sul do Iraque. Analistas dizem que o premiê depende do apoio político de Moqtada Al-Sadr e que alguns integrantes do seu partido são a favor de manter o clérigo entre os aliados, em vez de provocá-lo e afastá-lo. O premiê iraquiano, Nouri Maliki, vem sendo pressionado pelos Estados Unidos para desarticular o Exército Mehdi, envolvido em vários confrontos com forças americanas e responsabilizado por conflitos religiosos. O correspondente da BBC em Bagdá Mark Wooldridge disse que a determinação do governo iraquiano xiita em confrontar a milícia está sendo considerada um teste crucial para o novo plano de segurança apresentado pelo presidente George W. Bush. Operações O correspondente diz que as operações contra a milícia parecem estar sendo intensificadas. Os militares americanos também disseram que as forças especiais americanas apoiadas por soldados do Exército prenderam um homem não-identificado no distrito de Baladiat. O bairro fica na região leste de Bagdá, próximo ao reduto do Exército Mehdi, a Cidade Sadr. O suspeito estaria envolvido no assassinato de vários soldados das forças de segurança iraquianas e de autoridades, além do seqüestro, assassinato e morte de civis no país. |
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