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Atualizado às: 09 de dezembro, 2006 - 09h55 GMT (07h55 Brasília)
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DNA reforça tese de que motorista de Diana estava bêbado
Diana
Morte da princesa Diana é cercada de teorias da conspiração
Testes de DNA indicam que amostras de sangue com nível de álcool acima do limite permitido pela legislação francesa realmente pertenciam ao motorista do carro da princesa Diana na noite do acidente fatal em Paris, de acordo com um programa da BBC.

Os exames reforçam a autenticidade da análise do sangue colhido de Henri Paul logo após o acidente. Os resultados mostravam que o nível de álcool no sangue do motorista estava três vezes acima do limite para dirigir na França.

O programa The Conspiracy Files ("Os arquivos da Conspiração", em tradução livre), que será transmitido na Grã-Bretanha na noite deste domingo, ouviu uma fonte próxima às autoridades francesas.

Críticos que acreditam que houve uma conspiração para matar a princesa alegavam que a amostra de sangue utilizada inicialmente não era realmente do motorista. Isso teria sido feito para encobrir uma operação do serviço secreto.

Segundo a fonte ouvida pela BBC, um perfil genético foi retirado das amostras de Paul e comparado com o DNA dos pais do motorista no ano passado.

Relatório

As novas evidências foram divulgadas dias antes da publicação de um relatório do lorde John Stevens, da Polícia Metropolitana de Londres, sobre a morte da princesa. Espera-se que o documento conclua que a morte foi um acidente.

A equipe de Stevens havia prometido investigar todas as teorias da conspiração envolvendo a morte de Diana, de seu namorado Dodi Al-Faied, 42 e do motorista Henri Paul, em 1997.

Os críticos da versão oficial questionam porque uma testemunha importante, o motorista de um segundo carro envolvido no acidente, não foi identificado.

Eles também levantam suspeitas sobre a demora de quase duas horas para que Diana fosse levada ao hospital, localizado a apenas 6 quilômetros de distância do local do acidente.

O pai de Dodi, Mohamed Al-Fayed, diz que seu filho e Diana planejavam se casar, e que a princesa havia dito a ele que estava grávida.

Segundo Al Fayed, esse teria sido o motivo para o que chama de assassinato de Diana.

Gravidez

Mas uma amiga próxima da princesa, Rosa Monckton, disse à BBC que "não há possibilidade de que Diana estivesse grávida". Monckton passou férias com a princesa três semanas antes de sua morte.

Segundo ela, dias antes de morrer, Diana visitou uma clínica em Londres para tratar sua tensão pré-menstrual.

Monckton afirma que testes feitos pela médica de Diana, Lily Hua, teriam confirmado que ela não estava grávida.

A tese é confirmada pelo professor Andre Lienhart, que analisou a resposta dos serviços de emergência para a investigação francesa.

Em sua primeira entrevista, ele disse ao programa da BBC que viu cópias da autópsia realizada em Diana na Inglaterra 24 horas após o acidente.

"A autópsia mostrou que ela não estava grávida", disse Lienhart. "O que é certo é que ela não estava usando cinto de segurança e isso piorou as coisas."

Para Martine Monteil, chefe da Polícia Judiciária francesa, que investigou o caso, "havia uma horda de fotógrafos seguindo o casal e eles estavam muito perto do Mercedes quando o acidente aconteceu".

"Obviamente, isso causa irritação e estresse. Mas não é a única explicação. O motorista também perdeu o controle do carro, e isso está claro."

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