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Sem acordo, Petrobras pode deixar Bolívia, diz Marco Aurélio | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Até sábado, o governo brasileiro espera chegar a um acordo com a Bolívia sobre a exploração de gás natural e petróleo naquele país. Nessa data, termina o prazo dado pelo governo boliviano para a definição de novos contratos com as transnacionais - entre elas a Petrobras - depois que o país decidiu nacionalizar suas reservas de gás e petróleo. Caso esse acordo não seja possível, a Petrobras poderá abandonar a Bolívia, afirmou na segunda-feira o ex-assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais e atual coordenador da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Marco Aurélio Garcia. De acordo com Garcia, a Petrobras seria, nesse caso, indenizada pelo governo boliviano ou por meio de tribunais internacionais. O ministro de Minas e Energia , Silas Rondeau, disse que está pronto para viajar à Bolívia para fechar o acordo. Ele afirmou que as negociações "estão próximas de um consenso", conforme a agência de notícias EFE. Uma missão do governo brasileiro, formada por representantes da Petrobras e dos ministérios de Relações Exteriores e de Minas e Energia, já está em La Paz para discutir as novas regras. Segundo Rondeau, as negociações atuais se referem apenas à situação da Petrobras na Bolívia. Os preços do gás que o Brasil compra da Bolívia não serão discutidos neste momento. | NOTÍCIAS RELACIONADAS Bolívia vai triplicar venda de gás para a Argentina19 de outubro, 2006 | Notícias Discussão com Bolívia deve ficar para após 2º turno06 outubro, 2006 | BBC Report Brasil e Bolívia adiam reunião para negociar gás05 outubro, 2006 | BBC Report | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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