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Putin acusa Geórgia de fazer atos de 'terrorismo' | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente russo, Vladimir Putin, disse que a prisão e detenção de quatro oficiais do Exército russo é um ato de terrorismo. O líder russo também adicionou que os quatro, presos sob acusação de espionagem, são "reféns". Esta foi a primeira vez em que Putin falou abertamente das relações russas com a Geórgia. Putin também acusou a Geórgia de estar seguindo os passos de um dos mais famosos chefes da KGB, a extinta polícia soviética, Lavrenty Beria. O presidente deu a declaração depois de uma reunião de seu Conselho de Segurança para discutir a tensão crescente de seu país com a Geórgia. O presidente russo tinha declarado anteriormente que a Geórgia estava tentando provocar Moscou com a ajuda do que ele chamou "patrocinadores externos". A Rússia anunciou a suspensão da retirada programada das tropas russas da Geórgia – ainda remanescentes do domínio soviético – que estava programada para se concluir em 2008. Correspondentes dizem que as relações entre os dois países atingiram seu pior momento em pelo menos dez anos. O ministro do exterior, Gela Bezhuashvili, disse que espera que a Rússia compra a sua parte no acordo de retirada e acusou Moscou de tentar amedrontar o povo georgiano. |
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